Os grandes Corruptos e Mafiosos no poder de Angola: 

O recente entusiasmo que acometeu as autoridadesgovernamentais e os
poderesfáticos portugueses relativamente ao "milagre angolano"
(crescimentona ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e,
sobretudo,alguma ética de pensamento. Os fundos comunitários europeus
aproximam-sedo fim. Os portugueses, entretanto, não foram capazes de
prepararo país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco
competitivosno contexto europeu. As suas elites políticas, empresariais e
científicassão demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar
que asalimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam
irresponsavelmente,para delas se poder esperar qualquer reviravolta
estratégica.Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco
endogâmicodo poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se
alarga,suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais
desenvolvidos(que por sua vez começam a limitar drasticamente as
imigraçõesideologicamente problemáticas):

O CORRUPTO EDUARDO DOS SANTOS


Espanha,Alemanha, Luxemburgo, Suíça,Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega... No país chamado Portugal vão assimficando os velhos, os incompetentes e preguiçosos, os indecisos, os maisfracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes
agarradosao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os
espera àmedida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por
barril, edestes para os 150, 200 e por aí a fora... A recente subida em
flecha dopetróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do
ferro)trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colônia portuguesa. Seria
interessantesaber que efeitos esta subida teve na conta bancária do Sr.
JoséEduardo dos Santos . E que efeitos teve, por outro lado, nas
estratégiasde desenvolvimento do país. O aumento da atividade de
construçãojá se sente no deprimido sector de obras e engenharia português.
Asempresas, os engenheiros e os arquitetos voam como aves sedentas de
Lisboapara Luanda . É natural que o governo português, desesperado com a
dívida...E com a sombra cada vez mais pesada dos espanhóis pairando sobre
os seussectores econômicos estratégicos, se agarre a qualquer aparente
tábua desalvação. E os princípios? E a legalidade? Se a saída do ditador
angolanoestiver para breve, ainda se poderá dizer que a estratégia
portuguesaé, no fundo, uma estratégia para além de José Eduardo dos
Santos.Mas se não for assim, e pelo contrário viermos a descobrir uma teia
derelações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos
Santos ainteresses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a
coerênciade Portugal ? Micheline Calmy-Rey, ministra suíça dos Negócios
Estrangeiros,veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que
roubacomo o que fica à espreita ou cobra comissões das operações
criminosas."